Imposto de Renda: Defasagem média acumulada chega a 134,52%

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Realmente não está nada fácil para os brasileiros, além da alta inflação o imposto de renda está pesando cada vez mais no bolso.

Isso ocorre porque a última vez que houve correção na tabela do Imposto de Renda foi em 2015, onde o governo concedeu um reajuste médio de 5,60% nos valores da tabela, Por meio da Medida Provisória nº 670, de março daquele ano, e que foi convertida na Lei 13.149/2015.

 

 

E essa falta de correção levou a uma defasagem de 134% na correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física em 2021.

 

 

Esse resultado leva em consideração os reajustes e os resíduos inflacionários desde 1996 até 2021, o calculo foi realizado nessa terça feira dia 11, logo após o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgar a inflação de 10,06% do ano passado.

Confira a tabela de correção do Imposto de Renda da Pessoa Física

 

 

ano inflação (%) correção da tabela (%) resíduo acumulado (%)
1996 9,65 0,00 9,56
1997 5,22 0,00 15,28
1998 1,66 0,00 17,19
1999 8,94 0,00 27,67
2000 5,97 0,00 35,29
2001 7,62 0,00 45,60
2002 12,53 17,50 49,44
2003 9,30 0,00 52,41
2004 7,60 0,00 63,99
2005 5,69 10,00 57,57
2006 3,14 8,00 50,48
2007 4,46 4,50 50,42
2008 5,90 4,50 52,44
2009 4,31 4,50 52,16
2010 5,91 4,50 54,21
2011 6,50 4,50 57,17
2012 5,84 4,50 59,18
2013 5,91 4,50 61,33
2014 6,41 4,50 64,28
2015 10,67 5,60 71,17
2016 6,29 0,00 83,00
2017 2,95 0,00 88,39
2018 3,75 0,00 95,45
2019 4,31 0,00 103,87
2020 4,52 0,00 113,09
2021 10,06 0,00 134,52
total 391,62 109,63 134,52

 
Fonte: Sindifisco Nacional

 

 

 

 

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